Já aqui referi algumas vezes que os CLÂ são uma das melhores bandas nacionais, da actualidade.
Paralelamente têm ainda andado por outras andanças, por outros caminhos.
O projecto Humanos é um exemplo.
O objectivo foi o de recriar alguns trabalhos do também "grande" António Variações.
Hoje deixo aqui uma fotografia inspirada neste "A culpa é da vontade".
A culpa não, não é do sol
Se o meu corpo se queimar
(...)
A culpa não, não é da praia
Se o meu corpo se ferir
(...)
A culpa não, não é do mar
Se o meu olhar se perder
(...)
A culpa não, não é do vento
Se a minha voz se calar
(...)
Pode ver o vídeo e a letra completa AQUI
Está sempre presente um olhar muito pessoal, um pensamento, uma ideia, uma opinião ou uma critica, sempre que espreito através do visor da máquina fotográfica.
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Negritude
As minhas desculpas mas até parece que este blogue foi alvo da Troika... Não, não foi directamente mas... que todas estas investidas nos nossos bolsos e nas nossas honras influenciam o nosso estado de espírito diáriamente, lá isso influenciam.
E não há aqui subjectividade, pelo contrário, as medidas, essas, são bem objectivas....
E não seria preciso que as medidas cortassem também no orçamento da cultura.
O reflexo destes cortes no nosso dia a dia, ou melhor, na nossa cultura, têm consequência nas nossas vidas. A cultura é o reflexo do nosso passado, é o nosso presente e será a previsão do nosso futuro. A nossa cultura é o nosso retrato.
E se esta sociedade escolheu um modelo em que está sempre condicionado à economia e não liga "ponta de corno" aos nossos valores culturais, estamos altamente condicionados na actividade criativa.
Não há maneira de haver actividade criativa se estamos sistematicamente preocupados em... fazer as contas, apenas para poder... sobreviver!
E ainda temos de pagar bem caro os nossos estudos académicos mesmo que isso possa significar uma mais valia nacional.... um sinal de progresso... !
Que porra de país este, onde os gestores públicos são pagos a peso de ouro pela produtividade que não incentivam, não exigem e não praticam e os outros passam o tempo a trabalhar e a contribuir(€) para combater a crise contando diáriamente os tostões apenas para sobreviver...
Não há actividade criativa que resista....
(Não, não tem problemas no seu computador nem a sua net está fraca, esta fotografia é mesmo um protesto.)
E não há aqui subjectividade, pelo contrário, as medidas, essas, são bem objectivas....
E não seria preciso que as medidas cortassem também no orçamento da cultura.
O reflexo destes cortes no nosso dia a dia, ou melhor, na nossa cultura, têm consequência nas nossas vidas. A cultura é o reflexo do nosso passado, é o nosso presente e será a previsão do nosso futuro. A nossa cultura é o nosso retrato.
E se esta sociedade escolheu um modelo em que está sempre condicionado à economia e não liga "ponta de corno" aos nossos valores culturais, estamos altamente condicionados na actividade criativa.
Não há maneira de haver actividade criativa se estamos sistematicamente preocupados em... fazer as contas, apenas para poder... sobreviver!
E ainda temos de pagar bem caro os nossos estudos académicos mesmo que isso possa significar uma mais valia nacional.... um sinal de progresso... !
Que porra de país este, onde os gestores públicos são pagos a peso de ouro pela produtividade que não incentivam, não exigem e não praticam e os outros passam o tempo a trabalhar e a contribuir(€) para combater a crise contando diáriamente os tostões apenas para sobreviver...
Não há actividade criativa que resista....
(Não, não tem problemas no seu computador nem a sua net está fraca, esta fotografia é mesmo um protesto.)
terça-feira, 6 de setembro de 2011
Fomos... grandes!
Numa altura em que os estaleiros de Viana do Castelo estão em profunda crise (também, o que não está em crise neste país?) fazer uma visita a este património, testemunhando no local a sua importância e contexto nacional lembra-nos de que em Portugal, já fomos grandes. Muito grandes mesmo. Só não percebo porque não continuamos a sê-lo. Ou melhor, percebo e é isso que me entristece.
De salientar a importância do médico/dramaturgo Bernardo Santareno que merece uma exposição sobre a sua vida.Venham comigo nesta espécie de "visita fotográfica de médico" ao Gil Eanes.
O Navio Hospital Gil Eanes construído em Viana do Castelo em 1955, apoiou, durante décadas, a frota bacalhoeira portuguesa que actuava nos bancos da Terra Nova e Gronelândia. Desactivada a frota bacalhoeira, ficou apodrecer nas docas de Lisboa, durante muitos anos.
Em 1998, a Fundação Gil Eannes, considerando-o património cultural e afectivo da cidade, resgatou-o da sucata por cerca de 250 mil euros, após uma inédita campanha que envolveu todos os estratos sociais vianenses.
Em 31 de Janeiro de 1998, foi recebido festivamente na Foz do Lima, onde, depois de limpo e restaurado, foi aberto ao público, assumindo-se como pólo de atractividade para Viana do Castelo.
A reconversão transformou-o num espaço museológico, integrando salas de exposição, sala de reuniões, loja de recordações, quatro quiosques multimédia, um simulador de navegação e uma pousada de juventude.
(Texto extraído do sitio www.fundacaogileannes.pt)
terça-feira, 30 de agosto de 2011
Asas para quê....?
Para que queres essas asas brilhantes
Se te transformaste em pedra
e te recusas a voar ?
terça-feira, 23 de agosto de 2011
3 de 2
Ou seja, três fotografias de dois lugares.
É que a realidade pode sempre ser vista sob várias perspectivas. É subjectiva.
Barquinha, aqui mesmo ao lado.
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
Meio segundo… de férias!
Se cada fotografia representar o tempo de 1/100 de segundo ou seja, um centésimo de segundo (tempo médio do obturador de uma máquina fotográfica para este tipo de fotografias), está aqui representado, nestas 48 fotografias, quase meio segundo.
É isso, quase meio segundo… das minhas férias. Parte do resto do tempo foi preenchido com muitas outras viagens... mas dessas não tenho fotografias!
(Este meio segundo foi todo captado com telemóvel)
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