segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Meio segundo… de férias!

Se cada fotografia representar o tempo de 1/100 de segundo ou seja, um centésimo de segundo (tempo médio do obturador de uma máquina fotográfica para este tipo de fotografias), está aqui representado, nestas 48 fotografias, quase meio segundo.
É isso, quase meio segundo… das minhas férias.
Parte do resto do tempo foi preenchido com muitas outras viagens... mas dessas não tenho fotografias!

(Este meio segundo foi todo captado com telemóvel)
















































sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Sexto andar

Hoje ouvi uma canção no rádio pelos Clã.
Uma canção que fala sobre isso precisamente.
Sobre uma canção que passou no rádio.
Chama-se Sexto andar. É sobre uma música que passa no rádio e que alguém, num sexto andar, pensa que é para ele em particular que a canção se dirigia.
Os Clã são, para mim, um dos melhores projectos nacionais da actualidade. E, bem vistas as coisas, quem é que nunca esteve neste sexto andar?

Fiz uma pequenina pesquisa na rede sobre a importância da música na nossa vida. Ficam aqui apenas algumas opiniões:
A música altera nosso estado de espírito.
Pode alterar e libertar partes reprimidas no nosso corpo (mente).
Ajuda-nos a relaxar, ou a fazer-nos sentir melhores.
Alegra a alma. Alivía o espírito. Acalma, relaxa e até cura.
É um bálsamo para o espírito, acalma, e leva a lugares distantes, traz recordações e proporciona uma agradabilíssima sensação de bem-estar.
A musica eleva o espirito....
É um bálsamo para as nossas mentes.



Pode ver o video aqui

Uma canção passou no rádio
E quando o seu sentido
Se parecia apagar
Nos ponteiros do relógio
Encontrou num sexto andar
Alguém que julgou
Que era para si
Em particular
Que a canção estava a falar
E quando a canção morreu
Na frágil onda do ar
Ninguém soube o que ela deu
O que ninguém
Estava lá para dar
Um sopro um calafrio
Raio de sol num refrão
Um nexo enchendo o vazio
Tudo isso veio
Numa simples canção
Uma canção passou no rádio
Habitou um sexto andar

(Carlos Tê)

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Pontos de vista

Ver as coisas sempre do mesmo ângulo, da mesma forma, com as mesmas dúvidas e sobretudo com os mesmos preconceitos, é confortável.
Não existem grandes inquietações, dúvidas, novidades, não existem problemas.
Só temos de ir em frente. Sem chatices. E esperar que tudo corra bem.
Que bom que seria o mundo se todas as pessoas vissem as coisas de várias perspectivas e de vários pontos de vista e que pudessem, pelo menos, escolher livremente o que realmente lhes interessa.

 



(fotografias captadas com telemóvel)

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Equilíbrio

Fiquei fascinado com a instalação “Ensaios sobre o equilíbrio” da Argentina Claire de Santa Coloma, na 16ª Bienal de Cerveira.
O resultado sugere-nos que tudo pode estar em perfeita harmonia apesar das forças exercidas serem desiguais, oriundas de várias direcções ou de serem constituídas de várias formas e de vários tamanhos.
Sabia bem estar ali a contemplar aqueles elementos. E a pensar que a vida, a nossa vida, pode estar ali representada em cada forma, em cada força, em cada peso, em cada direcção.


Estas fotografias não são um retrato daquela obra. São também elas, um exercício. A forte iluminação natural que provinha das janelas laterais levou-me a andar por ali também á procura do meu equilíbrio, este, em forma de fotografia.












A 16ª Bienal de Cerveira iniciou a 16 de Julho e termina a 17 de Setembro.
Tudo em bienaldecerveira.pt