domingo, 13 de janeiro de 2013

Fotografia e luz

Está nos manuais.
Condição essencial para haver fotografia, é haver luz!
Aliás, é o efeito e a forma da incidência da luz no plano que fotografamos que nos pode dar aquela imagem que pode transformar uma imagem banal numa imagem que pode ser a fotografia da nossa vida.
Mas por outro lado, a fotografia também pode ser a antítese disso tudo.
Por exemplo, uma fonte de luz pode ser retratada apenas pela luz que lhe incide e pela sombra que provoca, mantendo também o seu interesse estético, isto é, pode ter um papel passivo, apesar de ser...uma fonte de luz.
Mas pode bastar apenas um gesto para podermos baralhar isto tudo e podermos ter uma fotografia da fonte de luz, agora irradiando o seu próprio brilho esbatendo a sombra que as outras luzes lhe provocam.
É tudo uma questão de opção.
 
 

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Voa

Voa.
Apesar do teu céu estar carregado,
dos ventos se mostrarem zangados
e do teu ar ficar cada vez mais gelado,
voa.
E quando menos esperares
estarás de novo a salvo
pronta para mais um nascer do sol
ou de uma noite de luar!



quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Facecity

Não sabemos se é o mural da Lena.
Sabemos sim que é um mural comum, daqueles públicos, dos que nem é preciso pedir amizade.
E a mensagem acaba por ser eficaz porque toda a gente a pode ler. Incluindo a Lena.
No entanto e apesar de estar ali na rua, para que todos a vejam, esta mensagem acaba por ser anónima.
Gosto deste facecity.
Fotografei e mostro aqui como forma de homenagem ao seu autor.
E à Lena, claro.
É como se tivesse colocado lá um "like".
 

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Da minha janela

A todos quanto vão espreitando esta minha janela virtual independentemente da sua relação com a época que atravessamos, quero desejar as maiores felicidades.
Esta é uma imagem da minha janela. Física. Mas que serve para me ligar ao exterior e para que o exterior se ligue a mim.
Aberta ou fechada ela constitui uma passagem. De luz.
Boas Festas.
 

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

O meu barco

Talvez seja num rio, como tantos outros.
Talvez seja num lago, como tantos que conheço.
Ou talvez apenas na minha imaginação...
Talvez seja apenas o meu barco
Que passeia ao sabor da sua vontade
Nas águas frias das chuvas de inverno 
Onde não tem medo de naufragar...
 
 
(clique na imagem para ampliar)

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Sem titulo

Esta é uma fotografia que, pela multiplicidade de signos com que pode ser abordada e dessiminada, apenas me ocorre um comentário em forma de título e que pode ser: o homem que quer atravessar a estrada.
 

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Será que....

...as rosas choram?
 
 

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Sem titulo...

....mas pode ser sobre o intemporal, sobre aquilo que não tem conotação com um tempo, com uma data, com um período!
 
 

 

 


quarta-feira, 28 de novembro de 2012

A lua...

... também visitou Constância.
 

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

A última...

Pode ter resistido a tudo mas vai acabar por cair...
Resta saber se, na primavera, a natureza será assim tão perfeita e garantirá nova folha com a mesma forma.......!
 

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Contornos

Também passei por ti.
Estavas estático, iluminado quanto baste e sobretudo mantinhas a tua pose contemplativa sobre o rio.
E mantinhas o teu ar de "confidente".
Sim porque tu aí deves ouvir muita coisa. As pessoas devem confiar em ti.
Também, quem te manda escrever coisas daquelas sobre o amor ?.... aliás foi por causa disso que te mandaram para aqui, não te lembras?
Mas tenho de ir. Já é um pouco tarde. Ficas aqui sózinho mas tenho a certeza que de vez em quando tens visitas, mesmo na solidão da noite e sem fotógrafos para te encandiarem com os flashes.
 
 

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Para lá das margens

Ali estava eu.
Mediando o olhar entre o rio e a ponte, entre a ponte e a outra margem.
Não estava frio, não havia vento.
Do lado de lá, esperava que uma brisa calma pudesse chegar a este lado.
Passa um automóvel, dois, mais uma ambulância e um camião e mais três automóveis.
Uns para lá, outros para cá.
O movimento repetia-se a curtos espaços de tempo.
Mas de repente, tudo acalmou. Nem um automóvel mais.
Apenas o silêncio da noite e a solidão da ponte.
O rio, esse, brevemente iria cruzar-se com outro lá mais adiante.
Ainda pude ver os dois, passeando de braço dado, em direção à cidade.
 
 

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Em busca...

...da folha encarnada.
Pequena brincadeira à volta das cores de outono.