domingo, 13 de outubro de 2013

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Lua

A primeira fotografia diz respeito ao fenómeno de terça feira passada, em que a Lua e Vénus estavam em posições raras.
Ver AQUI
 
Na segunda fotografia apenas o registo de que a Lua continua  andar por aqui pela Praça Nova.
 
 
 


terça-feira, 8 de outubro de 2013

Arquiteturas

Brevemente algumas explicações sobre estas fotografias.
Trabalho ainda em execução.



 
 
 
 
 
 



quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Por esse rio acima...

Já é um ato impensado.
Sempre que passo perto e quando dou por mim já estou junto aos rios.
O correr das águas, o ambiente natural, a inspiração do camões...
E hoje até fui brindado com inúmeros peixes que davam sinal de vida, fazendo-se notar através das pequenas ondas e do ruído característico que faziam na água, como se já estivessem ali à espera, para conversar com alguém...
Ficam aqui duas fotografias de hoje, uma de uma margem (de cá) e que reflete o fluir das águas como se o céu estivesse a indicar-lhes o caminho e a outra fotografia da margem oposta, mais humanizada.
 

 



segunda-feira, 30 de setembro de 2013

A chuva

Meio da tarde, Tomar.
Entrei no carro e veio-me á memória esta música.
Não sei se da chuva, ou da saudade dela, o que é certo é que ela me levou até às minhas memórias.
Gosto da chuva.
 
 

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

A Serra

É frequente falarmos da Serra da Estrela quando é inverno.
Sobretudo pela neve e pela paisagem.
Idealizamos imagens da neve, de paisagem branca, de beleza natural, e sobretudo vemos também algum divertimento sobretudo para quem gosta de mandar neve ao próximo, numa tentativa de retirar alguma piada ao tempo que gastamos dentro de um automóvel, até lá chegar.
 
Esta serra, no verão, também tem o seu encanto.
Talvez volte a este tema.
 
 
 

 

 


terça-feira, 27 de agosto de 2013

Tem dias.....

Hoje, uma amiga especial e fiel seguidora deste blogue comentou o facto de eu ter estado mais de uma semana sem colocar aqui nada e que de repente tinha colocado duas entradas em dois dias seguidos.
Pois é. Tem dias.
Mas como se costuma dizer que não há duas sem três, e em forma de brincadeira, não resisti: aqui está a terceira.
 
 

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Pereiro, Mação.


Tarde de sábado sem grandes compromissos mas com vontade de fazer qualquer coisa que me pudesse fazer sentir que o tempo pudesse ser aproveitado de uma forma mais saudável que o tradicional "passar o tempo". Talvez uma alternativa à espera que o tempo passasse e que a segunda-feira chegasse para mais uma semana.
Apetecia-me evadir com a alma, deixar as coisas terrenas por uns instantes, apetecia-me libertar e fotografar sem me questionar. Deixar o olhar fluir sem qualquer compromisso.
Fui ao facebook e vi as alternativas.
Pereiro, Mação. Boa.
Ruas enfeitadas, ou melhor, Capital da Ruas Enfeitadas.
Pelo menos é o que se pode ler nas placas à entrada da aldeia.
Aqui alguns estados de alma dessa tarde.
Ah, importante. A viagem.
Tão importante como lá chegar é a forma de o fazer.
Levei comigo o álbum Pale Sun, Crescent Moon (1993) de Cowboy Junkies.
Há mais de um ano que não ouvia este disco.
Soube-me bem.
Tudo.

 


 
 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


A noite


Lembrei-me da noite.
Da noite cúmplice e misteriosa da nossa juventude.
Da noite em que nos deitávamos num muro qualquer, no escuro, a olhar as estrelas, a tentar perceber o que somos, o que andamos aqui a fazer...
E lembro-me de sentir o quanto podemos ser pequeninos no meio disto tudo.
É a idade de descoberta, da introspeção, da vontade de saber de tudo.
E por vezes  fico apreensivo quando volto a pensar nessas questões de novo.
É que muitas das nossas dúvidas da altura continuam sem resposta, ou com soluções pouco entendíveis, pouco lógicas, pelo menos para uma sociedade que queremos desenvolvida.
Os tabus, os medos, a acomodação às coisas, o próprio pensamento, etc, continuam a ser estados que pouco têm evoluído.
Teimam em ficar em segundo ou terceiro plano nas prioridades de cada um.
São fatores desconhecidos.
E sabemos bem o que o desconhecido causa em nós.
Ergue barreiras, propicia o medo e desliga a inquietação.
É mais fácil assim.
Mesmo sabendo que assim tenhamos de viver em função dos outros.
Em função do que está instituído.
O problema é que uma sociedade desenvolvida para se afirmar como tal precisa de se questionar, de se renovar, de contrapor, de exigir.
E a sociedade somos todos nós.
Se individualmente não conseguirmos questionar, é uma utopia consegui-lo em sociedade.
 
Estas fotografias foram captadas no Sardoal, a 6 de agosto ultimo, durante uma falha de corrente elétrica que deixou parte da vila às escuras.
 
(clique para ampliar)




domingo, 21 de julho de 2013

Véspera

Quinta do Bill e Filarmónica Gualdim Pais, juntaram-se para um espetáculo memorável na passada sexta-feira 19, na Praça de Touros de Tomar. Os arranjos para a Filarmónica foram de Nuno Leal.
Em opção à reportagem fotográfica do espetáculo (que acabei por ficar quietinho a ver e ouvir), passei por lá na véspera, para acompanhar a montagem e a afinação do som e da luz.
E foi assim.
 
(clique na foto para ampliar)