Fim de tarde invulgar, no Sardoal.
Está sempre presente um olhar muito pessoal, um pensamento, uma ideia, uma opinião ou uma critica, sempre que espreito através do visor da máquina fotográfica.
quinta-feira, 31 de outubro de 2013
segunda-feira, 28 de outubro de 2013
quinta-feira, 17 de outubro de 2013
Entroncamento
Saída do Entroncamento.
Semáforos que nos controlam e condicionam a nossa marcha.
Achei curiosa esta situação.
Estando numa saída do Entroncamento, a terra de partidas e chegadas, a terra de transportes, estas opções pareceram-me interessantes: sinal vermelho, sinal verde e a lua, ali ao lado, como se fosse uma alternativa, como se fosse uma proposta de evasão.
Cabia-nos a nós apenas, a decisão.
Mesmo que para isso tivéssemos de deixar a cruel realidade para sonhar um bocadinho.
E por vezes continuo a deixar-me levar e sonhar... um bocadinho só....
segunda-feira, 14 de outubro de 2013
Papel Parede
Papel Parede é uma publicação do Núcleo do Médio Tejo da Secção Regional do Sul da Ordem dos Arquitetos.
É um espaço de liberdade, de criatividade, de criação artística, de troca de ideias.
Este número vai ser editado dia 15 do corrente mês de Outubro, em Tomar, nas Instalações do IPT.
É sobre a campanha nacional "Olhe à Sua Volta".
As fotografias desta publicação são da minha autoria.
Aqui o Promontório do Fluviário de Mora.
domingo, 13 de outubro de 2013
quinta-feira, 10 de outubro de 2013
terça-feira, 8 de outubro de 2013
quarta-feira, 2 de outubro de 2013
Por esse rio acima...
Já é um ato impensado.
Sempre que passo perto e quando dou por mim já estou junto aos rios.
O correr das águas, o ambiente natural, a inspiração do camões...
E hoje até fui brindado com inúmeros peixes que davam sinal de vida, fazendo-se notar através das pequenas ondas e do ruído característico que faziam na água, como se já estivessem ali à espera, para conversar com alguém...
Ficam aqui duas fotografias de hoje, uma de uma margem (de cá) e que reflete o fluir das águas como se o céu estivesse a indicar-lhes o caminho e a outra fotografia da margem oposta, mais humanizada.
segunda-feira, 30 de setembro de 2013
A chuva
Meio da tarde, Tomar.
Não sei se da chuva, ou da saudade dela, o que é certo é que ela me levou até às minhas memórias.
Gosto da chuva.
quarta-feira, 4 de setembro de 2013
A Serra
É frequente falarmos da Serra da Estrela quando é inverno.
Sobretudo pela neve e pela paisagem.
Idealizamos imagens da neve, de paisagem branca, de beleza natural, e sobretudo vemos também algum divertimento sobretudo para quem gosta de mandar neve ao próximo, numa tentativa de retirar alguma piada ao tempo que gastamos dentro de um automóvel, até lá chegar.
Esta serra, no verão, também tem o seu encanto.
Talvez volte a este tema.
terça-feira, 27 de agosto de 2013
Tem dias.....
Hoje, uma amiga especial e fiel seguidora deste blogue comentou o facto de eu ter estado mais de uma semana sem colocar aqui nada e que de repente tinha colocado duas entradas em dois dias seguidos.
Pois é. Tem dias.
Mas como se costuma dizer que não há duas sem três, e em forma de brincadeira, não resisti: aqui está a terceira.
segunda-feira, 26 de agosto de 2013
Pereiro, Mação.
Tarde de sábado sem grandes compromissos mas com vontade de
fazer qualquer coisa que me pudesse fazer sentir que o tempo pudesse ser
aproveitado de uma forma mais saudável que o tradicional "passar o
tempo". Talvez uma alternativa à espera que o tempo passasse e que a segunda-feira chegasse para mais uma semana.
Apetecia-me evadir com a alma, deixar as coisas terrenas por
uns instantes, apetecia-me libertar e fotografar sem me questionar. Deixar o
olhar fluir sem qualquer compromisso.
Fui ao facebook e vi as alternativas.
Pereiro, Mação. Boa.
Ruas enfeitadas, ou melhor, Capital da Ruas Enfeitadas.
Pelo menos é o que se pode ler nas placas à entrada da
aldeia.
Aqui alguns estados de alma dessa tarde.
Ah, importante. A viagem.
Tão importante como lá chegar é a forma de o fazer.
Levei comigo o álbum Pale Sun, Crescent Moon (1993) de
Cowboy Junkies.
Há mais de um ano que não ouvia este disco.
Soube-me bem.
Tudo.
A noite
Lembrei-me da noite.
Da noite cúmplice e misteriosa da nossa juventude.
Da noite em que nos deitávamos num muro qualquer, no escuro,
a olhar as estrelas, a tentar perceber o que somos, o que andamos aqui a fazer...
E lembro-me de sentir o quanto podemos ser pequeninos no
meio disto tudo.
É a idade de descoberta, da introspeção, da vontade de saber
de tudo.
E por vezes fico
apreensivo quando volto a pensar nessas questões de novo.
É que muitas das nossas dúvidas da altura continuam sem
resposta, ou com soluções pouco entendíveis, pouco lógicas, pelo menos para uma
sociedade que queremos desenvolvida.
Os tabus, os medos, a acomodação às coisas, o próprio pensamento,
etc, continuam a ser estados que pouco têm evoluído.
Teimam em ficar em segundo ou terceiro plano nas prioridades de cada um.
São fatores desconhecidos.
E sabemos bem o que o desconhecido causa em nós.
Ergue barreiras, propicia o medo e desliga a inquietação.
É mais fácil assim.
Mesmo sabendo que assim tenhamos de viver em função dos
outros.
Em função do que está instituído.
O problema é que uma sociedade desenvolvida para se afirmar
como tal precisa de se questionar, de se renovar, de contrapor, de exigir.
E a sociedade somos todos nós.
Se individualmente não conseguirmos questionar, é uma utopia
consegui-lo em sociedade.
Estas fotografias foram captadas no Sardoal, a 6 de agosto
ultimo, durante uma falha de corrente elétrica que deixou parte da vila às
escuras.
(clique para ampliar)
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