terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Fotografia de cena

Fim de semana de trabalho e prazer, quando uma coisa quer dizer a outra.
Decorreu no Sardoal o XII Fórum Permanente de Teatro, uma iniciativa da Federação Portuguesa de Teatro. 

Mais de 150 pessoas de vários grupos de teatro do país passaram um fim de semana no Sardoal, por entre formação, divertimento e muita entrega ao que os fez estarem por cá, o teatro.

Foi a primeira vez que a fotografia foi tratada como uma área a necessitar de mais atenção, não só pela parte técnica mas também pela parte do comportamento do fotografo perante uma plateia que pagou para ver um espectáculo e que não deve ser incomodado com o flash das máquinas, nem com o inoportuno "click" numa altura de intensa dramatologia.
Foi bom dirigir este painel de fotografia de cena.

Também foi bom conhecer António Torrado, um autor de grande qualidade e com histórias interessantes que me lembro de ter contado aos meus filhos enquanto crianças. 

Valeu a pena. Fiquei com a alma cheia.
Parabéns Federação, parabéns Getas.
E ainda me restou um tempinho para fazer uma espécie de reportagem.










































segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Sem titulo...

...e sem razão especial.
Apenas pela sua plasticidade. Ou pelo seu sentido. 
Gosto de fotografias que possam sobreviver sozinhas. 


segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

domingo, 29 de dezembro de 2013

O Concerto

Concerto de Boas Festas da Filarmónica União Sardoalense.
Centro Cultural Gil Vicente, 28 de dezembro.
Já tinha algumas saudades de fotografar um espetáculo do lado de dentro do palco.
É sempre um desafio. Temos de estar concentrados, não podemos ser notados pelo público, temos de experimentar novos pontos de interesse, damos voltas e mais voltas de um lado para o outro e sobretudo, temos de estar atentos à musica e fotografar apenas em momentos que o nível sonoro é bastante alto de forma a que o barulho das cortinas da máquina fotográfica nunca seja notado.
 
 
 






















segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Outono...ainda!

O outono, mesmo aqui à porta.
Fim de tarde de domingo.
 

domingo, 8 de dezembro de 2013

A Banda

Lembrei-me de Chico Buarque quando fiz esta foto.
Chico colocou toda a gente a ver a banda passar.
Eu não.
Aqui a Banda não se ouve, não se vê.
Apenas se sente.
E nem há gente a ver a suposta banda passar.
O banco está vazio.
Não há ninguém a ver a banda que não se vê, a passar.
Mas a banda passou.
No entanto o espaço parece estar dividido: palco e plateia.
 
É por isto tudo e muito mais, que uma fotografia pode ser tão subjetiva...
 
 
 
 

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

O jogo do galo

A ideia era apenas revisitar o Jogo do Galo usando os elementos da natureza.
 

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Fora de campo

Nada de especial.
Apenas um exercício simples, o de olhar as coisas de outro ponto de vista.
Por vezes basta olhar para cima ou para o lado e podemos ver as coisas de outra forma.
Por vezes basta a ousadia de experimentar olhar noutra direção.
 
 
 

 

 

 


segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Pelos céus.......

Este sábado andei atento aos céus.
Fim de tarde com o sol a brindar-nos com estas cores e mais á noite a lua apareceu-nos timidamente entre as nuvens onde o sol se tinha escondido. 
  







terça-feira, 12 de novembro de 2013

Brinquedos

Domingo, fim da tarde.
Algumas famílias deixavam os filhos brincar nos parques infantis ali próximo, enquanto os iam fotografando com os seus smartphones...."olha, olha para aqui" e.... clik, já está.
Ao lado, na ponte passavam 7 jovens, novos e determinados, todos muito bem "produzidos", com roupas de marca (ou imitações perfeitas), óculos escuros, muito riso e claro, de smartphones na mão..."agora aqui no muro da ponte", dizia um, "juntem-se mais um bocado", dizia outro..."boa, esta ficou fixe.....só mais uma, vou por no face...".
Entretanto duas crianças chamavam-me a atenção. Uma descia aquela velha ponte sentado num skate bastante usado e outro empurrava o carrinho até lá cima e voltava a descer agora em cima dele, qual piloto de formula 1.
Aquela imagem era estranha...por um lado a tecnologia estava ali no mais simples gesto do quotidiano, por outro umas crianças divertiam-se com uns brinquedos tradicionais, usados e gastos pelo tempo.
Pude ainda ouvir a mãe das crianças a chamá-los para se irem embora.
Eram Ingleses.
 

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Particularidades

Nem sempre os acontecimentos que nos parecem mais negros e que marcam a nossa passagem por aqui, são assim tão fatais. Nós temos a capacidade de pensar, a ousadia de contrariar e o direito de optar.
São particularidades que fazem de nós humanos, seres únicos.
Temos portanto a vantagem de podermos ver alguma luz, alguma saída, alguma cor,  num cenário que nos parece à primeira vista, escuro, intransponível e carregado de inevitabilidade.

Sardoal, num vulgar fim de tarde.