Está sempre presente um olhar muito pessoal, um pensamento, uma ideia, uma opinião ou uma critica, sempre que espreito através do visor da máquina fotográfica.
terça-feira, 21 de abril de 2009
Por esse rio acima… parte I
Festas de Nª Srª da Boa Viagem, Constância.
Feriado Municipal, segunda-feira, 13 de Abril.
Pela primeira vez nestas festas, fiz a viagem de barco, entre Tancos e Constância.
A “boleia” foi a embarcação que veio da Moita, para participar nesta festa.
Por agora ficam apenas algumas imagens dos preparativos, em Tancos.
A Dália e a Mila!
Tanto que me têm manifestado grande descontentamento por eu as fotografar todos os anos por altura da Semana Santa no Sardoal e nunca terem aparecido nem no boletim “O Sardoal” (publicação da autarquia) nem nos demais suportes de divulgação e promoção daquela quadra, que não resisto a fazer-lhes uma pequena homenagem fotográfica.
Fica aqui registado em fotografia, o trabalho da Dália e da Mila que ano após ano, contribuem para a colocação dos tapetes de flores que fazem parte da tradição, na Procissão da Ressurreição, que se realiza no Domingo de Páscoa.
Nesta primeira foto e da esquerda para a direita, a Mila e a Dália.
quarta-feira, 15 de abril de 2009
Mais duas mortes…
Ontem morreu um casal quando tentava atravessar, de automóvel, a estrada N2 no perigoso cruzamento do Pisco. Vinham de Entrevinhas para o Sardoal.
Uma viatura que circulava na N2 colheu-os de forma irremediável.
Uma das coisas que me faz confusão é que, devido à perigosidade daquele local e depois de várias pressões lá se conseguiu que o IEP colocasse lá uns semáforos.
Mas há meses e meses que não funcionam (talvez mais de uma ano).
Têm estado em pisca-pisca amarelo sem que ninguém se importe com o facto.
Hoje passei por lá para fotografar o local.
E até o ditado popular “depois da casa assaltada, trancas na porta” que reflecte um pouco a nossa mentalidade de andar a “reboque” das desgraças em vez de preveni-las, deixou de ser seguido à letra.
Os semáforos lá continuam, no seu pisca-pisca amarelo habitual, como se nada se tivesse passado.
Quantas mais vidas serão precisas sacrificar para que este problema se resolva?
No fim de semana passado a comunicação social referia os números da operação Páscoa que eram emanados pela “estatística governamental” com algum tom de consolo (de quem trabalhou para isso): o número de mortes era inferior ao registado no mesmo período do ano passado.
Mas ninguém ligou ao maior número de acidentes em relação ao mesmo período, que aumentou significativamente, agravado pelo facto de eventualmente, haver menor número de viaturas a circular em relação ao ano passado, como também tem sido avançado pela comunicação social, devido à crescente crise que nos tem assolado.
Não há mais mortes na estrada porque os automóveis estão mais seguros e aguentam outro tipo de embates que antes davam quase “morte certa”.
Isto só reflecte que estamos a conduzir cada vez pior, com menos civismo, desrespeitando o código da estrada, mais excesso de velocidade e com menor atenção ao que estamos a fazer.
E no caso deste acidente, vendo as condições em que se deu, uma coisa é certa: com semáforos ou sem semáforos, ninguém respeita os limites de velocidade indicados pela sinalização vertical, existente antes do cruzamento: 50 km/h.
A esta velocidade e apesar da visibilidade ser má, estou em crer que o condutor que embateu na viatura que atravessava a N2, teria tempo mais que suficiente para reagir sem grandes aparatos de manobras de imobilização da sua viatura, se seguisse... a 50 km/h.
terça-feira, 14 de abril de 2009
A festa… vazia!
A cobertura fotográfica de uma festa pode-nos remeter, á partida, para um registo dos seus momentos mais marcantes.
Mas em linguagem fotográfica o trabalho é diferente se os mesmos tiverem de ser feitos para fins fotojornalísticos, documentais, para o concurso que a autarquia estava a promover, ou tão simplesmente porque nos apeteceu fotografar determinada perspectiva ou “visão”.
Porque fui convidado a fotografar a subida dos barcos desde Tancos até Constância embarcando no rio Tejo e atracando no rio Zêzere, por ocasião das Festas de Nª Srª da Boa Viagem em Constância, dei por mim em plena Vila, às 8,30 horas num cenário vazio e impessoal que no dia anterior tinha estado completamente repleto de gente, musica, vida e movimento.
Não havia pessoas e a música dava lugar ao silêncio.
Ficam aqui algumas imagens que pouco tempo depois já seriam impossíveis de registar.
quinta-feira, 9 de abril de 2009
Fotografia em cuncurso
Festas de Nª Srª da Boa Viagem, Constância.
Dias 11, 12 e 13 de Abril.
Regulamento do concurso em http://www.cm-constancia.pt/
terça-feira, 7 de abril de 2009
A Semana Santa no Sardoal
Gosto muito do Sardoal.
Nasci e trabalho cá e sempre contribuí para o engrandecimento cultural desta terra.
Faço parte do GETAS quase desde a sua origem, vai para bem mais de 20 anos. Muitas horas ocupadas em prol do desenvolvimento cultural e artístico deste concelho (e não, não fui o único).
E foi aqui que comecei a fazer as minhas primeiras fotografias de reportagem, primeiro com uma máquina emprestada pelo amigo Luís Gonçalves (uma Yashica de telemetro) e mais tarde com uma Zenith comprada em segunda mão.
O GETAS comprou entretanto um laboratório a preto e branco ao Sr Jorge. Era tudo artesanal (o ampliador tinha sido construído por ele). Tinha de esperar que o pessoal fosse todo embora da sede do GETAS, o "Atrium", para que pudesse montar tudo e ampliar as fotos para o boletim com mesmo nome.
Vendo agora a coisa de longe tenho, em registo fotográfico, mais de 23 anos de história e cultura sardoalense.
E Semanas Santas estão cá muitas, devidamente documentadas, a preto e branco e a cores, em negativo e agora em digital.
Mas agora deixo-vos com algumas imagens de anos recentes.
O trabalho de digitalização está a fazer-se aos poucos.
Estas imagens foram escolhidas aleatóriamente de entre os três discos rigidos ( 2 terabites) que tenho aqui ao lado e que constituem o meu arquivo digital mais recente.
Subscrever:
Mensagens (Atom)




















































