quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

17 horas e 15 minutos

É a hora que encerra a exposição 8 projectos/8 autores, uma mostra fotográfica do trabalho resultante da licenciatura em Fotografia do Instituo Politécnico de Tomar, no Arquivo Municipal de Lisboa – Arquivo Fotográfico, no dia 16 de Janeiro. Da minha parte estou representado com 7 fotografias da “Casa Falcão”, em Sardoal (mais abaixo tem toda a informação sobre o assunto). Pena que o catálogo que foi elaborado nunca tenha visto a luz do dia. Foram-nos pedidas as obras com as características necessárias para impressão em offset mas… nada. Não havia verba, disseram-me na altura. Aliás, ainda aguardo resposta fidedigna do IPT sobre o assunto através dos mail’s que enviei sobre o assunto mas tal como o catálogo… nada. Blackout total. Não entendo como a Escola Superior de Tecnologia de Tomar decida investir na sua imagem numa iniciativa na Capital do País com um objectivo inerente (captar novos alunos), se falha no essencial. Voltarei brevemente ao assunto porque pretendo mostrar a minha solidariedade com os 130 alunos deste curso que no final do ano de 2008, acamparam frente ao Departamento de Fotografia em forma de protesto contra as condições existentes (ou inexistentes) na única escola do País que tem uma Licenciatura em Fotografia. Reflexos na comunicação social local/regional sobre o protesto: http://www.otemplario.pt/ultimahora/noticia/?id=2626 http://www.radiopernes.pt/site/?p=3002 http://www.radio.cidadetomar.pt/noticia.php?id=9308 http://semanal.omirante.pt/index.asp?idEdicao=422&id=60157&idSeccao=6505&Action=noticia http://noticiasdoribatejo.blogs.sapo.pt/325181.html http://www.canalup.tv/?menu=noticia&id_noticia=4717 http://www3.uma.pt/aauma/index.php?option=com_content&view=article&id=1222&7a27743d77dd804ca247f14ef8d69947=65521da342e4755bef721a96152a322c http://oinsurgente.org/2009/12/21/ensino-superior/
Foto: Jornal O Templário, de Tomar

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Previsões e ... outros estados de alma!

A SIC entrava em directo de Constância no Jornal da Noite do dia 29 de Dezembro. Registavam a azáfama dos proprietários do restaurante Trinca Fortes que já habituados a estas andanças, lá cumpriam mais um ritual misto de desespero e tristeza. Os responsáveis regionais da protecção civil anunciavam, ao mesmo tempo, para essa noite, um agravamento substancial das condições meteorológicas com muita chuva e com as barragens espanholas e de Castelo de Bode a debitarem xx litros por segundo. A consequência seria a repentina subida das águas para níveis significativos. Pois. A montanha pariu um rato. Nem choveu assim tanto nem as barragens debitaram xx litros de água. O mesmo aconteceu em Reguengo do Alviela e na Régua. Entretanto dois presidentes de Câmara, da Régua e de Santarém, vieram a terreiro manifestar a sua indignação pelo alerta excessivo e consequente aumento do clima de medo e pânico provocado por essas previsões. E com alguma razão, digo eu. Com o desenvolvimento tecnológico a fabricar inúmeras ferramentas de trabalho e com Sócrates a querer que Portugal tenha algum reconhecimento na sua aplicabilidade, como é possível que, por exemplo, em Torres Vedras tivesse acontecido tamanha violência natural sem que ninguém se tivesse apercebido ou que ninguém visse que pudesse vir a acontecer e como é possível que responsáveis máximos da protecção civil venham a público alertar, com algum grau de certeza, outra pequena desgraça sem que tal se tivesse vindo a verificar? Estas fotografias não são o resultado de nenhuma reportagem mas sim o reflexo do meu estado de alma no dia seguinte, em tarde de férias. Sentia uma enorme vontade de fotografar. E fui até Constância. Com resquícios de algum romantismo e sem qualquer preocupação de testemunhar fosse o que fosse, apenas queria olhar, sentir e carregar no botão. Aquela tarde estava mesmo escura!

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

… Ano!

Passado este tempo de dedicação familiar e de descanso de tanta tecnologia que nos “obriga” a estar sempre à frente de um teclado (aconselho a leitura da reportagem de Luís Pedro Cabral, “Viver 72 horas desligado” na revista “Única” do “Expresso” de 31 de Dezembro em que o leed refere que “…A tarefa foi quase impossível e o jornalista ia dando em doido…”), cá estou de volta à rede (a tecnologia por mais avançada que esteja, deverá ser utilizada de modo racional, para nos servir e não para nos obrigar a ser escravo dela própria). O título deste post é só mesmo …Ano! Porque pelo andar da carruagem este ano vai ser mais um ano de desespero. Terminada a euforia do Natal, o futuro já é cinzento.
Ainda agora Victor Constâncio alertou para a rápida necessidade de baixar o défice e isto quer dizer o quê?
Mais impostos, congelamento de vencimentos na função pública (que acaba sempre por pagar parte da factura) e menos investimento público? Mas que investimentos públicos podem ser cortados? Auto-estradas? Não me parece. TGV? Não me parece. Novo Aeroporto? Não me parece. Novas escolas? Sim, claro. Menos nomeações tipo Governadores Civis e respectivos Chefes de Gabinete e Assessores? Não me parece. A venda de imóveis? Sim mas depois ficamos a pagar rendas milionárias aos novos proprietários… Não há pois muitos caminhos a escolher.
Os bancos continuam verdadeiras “áreas restritas”. Cada vez apresentam maiores lucros.
O desemprego aumenta e carne… só uma vez por semana…
A “rede” está montada. Garanto-vos eu que não percebo grande coisa de política. De qualquer forma, os meus desejos de uns “desenrascanços” para este ano ou então… lutem para que não haja “dois tempos”, o dos que sobem à custa de nós todos e os que descem porque se recusam a entrar na rede.

sábado, 12 de dezembro de 2009

Ainda a "Casa Falcão"

Estou de volta depois de retemperadas as energias e "recarregadas as baterias". E recomeço com uma insistência (espero que me perdoem). 7 fotografias da “Casa Falcão”, da minha autoria estão, até 16 de Janeiro de 2010, em exposição no Arquivo Municipal de Lisboa – Arquivo Fotográfico, integradas na iniciativa 8 PROJECTOS / 8 AUTORES. Mostro agora essas fotografias bem como as restantes 18 que fizeram parte do projecto inicial de 25, sobre a “Casa Falcão”. Nesta exposição pode ver também como a fotografia pode ser usada e aplicada para vários fins, desde a vertente documental à vertente conceptual. Os projectos em exposição são da autoria de Adélia Azedo, Daniela Leão, Diogo Simões, Miguel Duarte, Patrícia Lopes, Paulo Sousa, Sofia Silva e Sofia Simões. A exposição pode ser visitada de 3.ª a 6.ª das 10.00h às 18.30h e 1.º e 3.º sábado do mês das 10.00h às 17.15h. Mais informações e contactos http://arquivomunicipal.cm-lisboa.pt/default.asp?s=12128&ctd=5011 http://www.cm-lisboa.pt/?idc=136&idi=43676
Fotografias presentes na exposição
Outras fotografias que também fazem parte do projecto