quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Este país não é para portugueses

Passos Coelho sugeriu a saída da nossa zona de conforto, para exercermos o nosso direito ao trabalho a á qualidade de vida.
Miguel Relvas logo veio acrescentar que fica muito contente quando vê portugueses por esse mundo fora a trabalhar afincadamente.

Pensava eu que quando alguém se candidata a gerir um país, que o fizesse com seriedade e que se empenhasse a, pelo menos, tentar resolver os problemas de forma a que todos pudéssemos viver com a melhor qualidade possível.

Mas não. Ganham-se as eleições, esquece-se do discurso da campanha, olha-se para o que se tem á frente e constata-se que isto, afinal, não dá para todos. Alguém vai ter de ficar mal.

E num estado verdadeiramente democrático, os governantes seriam honestos, e seriam os próprios a vir dizer ao país que afinal, não são capazes de fazer nada por Portugal e que, por isso, iriam apresentar a sua demissão. Sim, porque pode haver alguém com outras ideias e com outras soluções...

Mas não. Aqui enquanto for dando para eles, a coisa ainda se aguenta.
E nós, aqui continuamos preocupados em erguer a bandeira e a cantar o hino de uma Pátria falida enquanto o futebol não começa...
Bem, já venho. Vou ali ao mapa ver qual o país que vou adotar...


quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Saídas






Um dia... quem sabe!...

Um dia conseguirei passar esta cerca.
Um dia, quem sabe, conseguirei passar para esse lado...
Um dia hei-de ver que esta sombra é mais que uma tentativa...
Um dia hei-de sentir que esta sombra afinal sou eu, numa tentativa de te encontrar... definitivamente.
Um dia, talvez, serei mais que a minha própria sombra.
Enquanto não conseguir chegar a esse dia...
Andarei por aqui a ver o que poderei ser... um dia!
Um dia... quem sabe, serei tudo aquilo que a minha sombra afinal, não reflete!...

Refinar os sentidos

Uma boa oportunidade para a iniciação na edição em photoshop.
17 de Dezembro proximo, Entroncamento.

* jpeg, tiff e raw
* Bridge (Photoshop) - fluxo de trabalho, definir ambiente de trabalho, inserir metadados, atribuir classificações (estrelas e rating), selecionar e editar escolhas, fazer ficheiros pdf e provas de contacto
* Camara Raw (Photoshop) – reajustar exposição, balanço de brancos, limites dos brancos e dos pretos, brilho, contraste, saturação, clarity, curvas, sharpen e ruido, converter para preto e branco, calibrar cinzentos, aplicação de filtros
* Photoshop - Abrir e alterar tamanho do ficheiro, trabalhar com layers, ferramentas principais de retoque, filtros mais importantes, escolher extensão para gravar
(clique para ampliar)


terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Sombras... habitadas !

Sombras, com gente dentro !



















segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

A sombra e o reflexo

Seja qual for o lugar e a importância que cada um ocupe num espaço, a sua sombra será sempre um reflexo de si ?
(Parque de S. Lourenço, Abrantes)































domingo, 27 de novembro de 2011

Outono 2

Andei á procura de palavras que pudessem complementar estas fotografias do Outono.
Para não cair no banal e transmitir aquela ideia da morte da folha e da renovação da vida, etc, etc, etc,... deixo aqui estas palavras que encontrei na net.

“Gosto do outono porque ele é frio suficiente para refrescar o calor…
E é quente o suficiente para aquecer o frio.”
Lidiane Araújo Mejozebato













sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Esperança perdida?

Não gosto desta campanha!
Não pelos motivos (infelizmente) que a fazem aparecer, mas pelo seu conteúdo.
Ou melhor, pela falta dele.
A ESPERANÇA nunca, mas nunca, deveria ser envolvida numa campanha deste tipo e com estes propósitos.
Aqui, este apelo assume uma atitude passiva. Mas para este problema precisamos de atitudes... ATIVAS.


A esperança é a única bóia, a única forma, a única alternativa, a única motivação, a única “verdade” em que precisamos acreditar quando alguma coisa nos diz que há problema. Mesmo que tenhamos de considerar a possibilidade de não haver solução imediata.
Não considero a esperança como um refúgio, um recurso, uma forma de minimizar estragos, antes considero-a como uma forma de chegar a algum sítio, a algum estado, a alguma conclusão.
A um estado superior.

E a esperança não pode ser considerada uma tentativa. Tem de ser uma certeza.

E onde falha esta campanha contra a violência doméstica?
Falha na sua essência. A violência doméstica é uma questão cultural.
Esta campanha falha porque o problema é a falta de instrução, de educação.

Falha pela (in)cultura de um povo. De uma comunidade. De um país.
E isso não se combate apelando à "perda de esperança".
A única forma de minimizar e combater estes estados sociais doentios é investir na formação, na educação, na cultura.
E nesse caminho o que estamos a fazer?
Estamos a “cortar” o acesso á educação, ao ensino superior, ao saber…
Assim, mesmo fazendo as “melhores”(?) campanhas de sensibilização do mundo, investindo o “nosso” dinheiro pagando a essas agências que vão fazendo esses “favores” (dizendo que assim é possível) duvido que consigamos obter alguns resultados positivos. Ao desinvestirmos na formação, na educação, na evolução do pensamento, nunca conseguiremos descer os números negros das nossas estatísticas.

Esperança, tenho eu e muitos de nós que temos a obrigação de acreditar que, um dia,  este país, ainda vai ter isso em consideração e que vai finalmente encontrar o seu rumo. Tenho dois filhos e incentivo-os a sair de Portugal.
Mas isso é também o que está a fazer o “nosso” Instituto do Emprego e Formação Profissional….

Afinal a esperança existe mesmo ou é utopia?


quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Entroncamento - nova data

A pedido de vários interessados, esta ação tem nova data.
17 de Dezembro.

(clique para ampliar)

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Uma vida inteira

"Sabes Paulo? Fico lá por Lisboa. Já não quero saber disto para nada.
Andei uma vida inteira a trabalhar e juntei algum dinheiro para voltar á terra quando me reformasse. Comecei a construir aqui esta casa mas a minha mulher adoeceu de repente e gastei tudo com a doença dela. E morreu!
Fiquei sem ela e sem dinheiro."